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8/11/2018

PARÓQUIA IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA CELEBRA 65 ANOS

CREIO COMUNITÁRIO DOS 65 ANOS DA PARÓQUIA IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

1-      Nós cremos Senhor, nosso Deus, na sua força criadora no início da Paróquia Imaculado Coração de Maria e na inspiração dada  ao padre João Echevarria para edificar este templo maravilhoso.

2-      Nós cremos Senhor Jesus Cristo, que o Senhor  fundou a sua Igreja sobre a fé de Pedro, sobre a fé de seus discípulos e discípulas de ontem e de hoje, sobre a nossa fé. 1º.

3-      Nós cremos Divino Espírito Santo, que a sua luz brilhou no coração de tantas pessoas, nestes 65 anos de história de nossa Paróquia onde tantos nomes foram escritos no livro da vida.

4-      Nós cremos Senhor Deus, na força dos antepassados desta Paróquia, que deram a vida num grande mutirão de fé, vivendo em comunidade, defendendo os valores da família e colaborando na construção do seu Reino.

5-      Nós cremos Senhor Jesus, que precisamos pertencer, com todo o nosso coração, de sua Igreja hoje, sob o pastoreio do Papa Francisco, vivendo em comunidade, sendo Sal da terra e Luz do mundo.

6-      Nós cremos Divino Espírito Santo, no futuro da Igreja, na sua identidade missionária, na força da juventude e de que um mundo novo é possível.

7-      Nós cremos Senhor Nosso Deus que nessa caminhada dos 65 anos de nossa paróquia, nossos pais beberam na fonte da espiritualidade do seu rochedo do qual nós também temos sede e queremos continuar bebendo desta fonte de vida.

8-      Nós cremos Senhor Jesus, que entre nós que lhe seguimos, precisamos viver em comunidades eclesiais, bíblicas e missionárias, tendo uma ligação afetiva forte, sendo “um só coração e uma só alma”.

9-      Nós cremos Divino Espírito Santo, na força do testemunho familiar e comunitário e que somos chamados a fazer do mundo uma só família onde reine o amor.


10-  Nós cremos Santíssima Trindade, na força intercessora de Maria, nossa Mãe, que intercedeu nestes 65 anos de história junto vosso coração  pela nossa Paróquia Imaculado Coração de Maria e que continuará intercedendo por nós para que possamos seguir os passos de Jesus, e chegar ao fim de nossa vida confiantes e serenos por termos cumprido a nossa missão.

8/19/2016

VIDA CONSAGRADA


 MARIA: MODELO DE PESSOA CONSAGRADA A DEUS.

O que é o chamado à vida consagrada? É um convite que Deus faz a mulheres e homens para testemunhar de uma maneira radical, vivendo uma consagração total a Deus nos votos de pobreza, castidade e obediência, sendo sinal do Reino dos céus.

O religioso e a religiosa vêem em Maria um modelo a ser seguido. Maria: uma mulher consagrada a Deus, um sinal de esperança para a humanidade. Como Maria, os religiosos e religiosas também fazem uma consagração especial a Deus  e aos irmãos e devem ser um sinal de Deus no meio do povo.



Jovem! Você gostaria de consagrar toda a sua vida a Deus na vida consagrada como religioso, missionário?

ESCREVA PARA MIM.


Joaobortoloci@bol.com.br

8/31/2012

Vocação Missionária [Terceira Parte]


Deixar Tudo

É muito próprio de cada pessoa amar o que é seu: a sua família, o ambiente onde nasceu, as pessoas com quem partilhou parte da vida, a cultura do seu povo ou do seu país. Os brasileiros de modo particular, são famosos no mundo pela saudade que sentem da sua terra e da sua gente. Deixar tudo e partir, de qualquer forma, é sempre algo exigente para todas as pessoas, independente da cultura, e muitos não conseguem cortar os laços. Tantas pessoas se sentem chamadas a dedicar a vida de forma plena pelo Reino, numa vocação de especial consagração, mas não querem deixar a própria pátria para viver em outras terras. É por isso que se fala que a vocação missionária é uma vocação específica.

Deixar não é tudo

Não basta deixar, é preciso antes de tudo, ter dentro de di um grande amor a Deus e uma grande paixão pelo Reino, a tal ponto que leve o missionário a amar de coração o povo para o qual ele foi enviado. A missão que nasce de Deus só pode ser vivida como expressão de amor. Por isso, o missionário busca aprender bem a língua do povo ao qual foi enviado, conhecer e valorizar a sua cultura e amar tudo aquilo que o povo ama.

A Missão Ad Gentes é convite para o jovem de hoje


Novo é tudo aquilo que foi criado e permanece mesmo com o passar do tempo: um livro é sempre algo novo, atual. Com o advento da tecnologia que vivemos hoje, há sempre coisas novas no mercado, celulares, computadores, Tablets etc; mas não tão novas, pois são novidades, e precisam sempre de remodelagens para serem atrativas e funcionais. A novidade é sempre superada facilmente, você conhece perfeitamente o que é IpodIpedIphone, mas já parou para pensar que ao menos duas vezes ao ano um novo modelo é apresentado? E isso é novo? 


São novidades sim, mas a novidade passa logo, pois a atenção dada é apenas momentânea ocasionada pelo desejo de posse, se você possuir, logo terá necessidade de possuir o “novo” modelo 2013, 2014, e isso não tem fim.

O que é novo então? O novo é tudo aquilo que leva a uma satisfação, e ao mesmo tempo a uma quietude, e a permanecer. A palavra de Deus é sempre nova, o convite de Jesus Cristo é sempre novo, a sua missão é sempre um convite; a missão ad gentes é o convite de uma vocação específica. Isso é novo para você?

Os jovens de hoje ainda topam este desafio da missão Ad Gentes? Você toparia? É preciso ter um coração grande e muita vontade de doar a própria vida. O amor pela pessoa de Jesus Cristo, o anuncio do evangelho aos povos e o testemunho de uma espiritualidade marcada pela doação e pelo serviço, são motivações vivas que continuam sempre novas, e convidam outros jovens à consagração e à vida missionária.


Adaptação do artigo de: BALSAN, Luiz; GIRARDI, Lírio. Vocação Missionária. Revista MISSÕES, Ano 30, n. 8, abr. 2003. Formação Missionária, p.20. [Terceira Parte - Conclusão]

8/28/2012

Vocação Missionária [Segunda Parte]

Na diversidade de vocações

São Paulo chama a Igreja de “Corpo Místico de Cristo”. Ele nota como este corpo tem muitos membros e cada um tem suas funções. Um membro difere do outro, mas juntos formam um conjunto harmonioso, com imensas possibilidades de ação. A Igreja também é assim. São tantos membros, cada um com capacidades e funções diferentes. Esta diversidade é fruto da ação do Espírito que distribui, com liberdade, os seus dons. Porque diversas são as faces da missão, diversas devem ser também as faces da missão, diversas devem ser também as vocações ou os carismas.

Todos missionários, mas de modo diferente


Quando dizemos que a Igreja é essencialmente missionária, estamos também afirmando que todos os seus membros são missionários. Ser cristão significa ser chamado a dar a própria contribuição para que todos os povos conheçam Jesus Cristo e vivam os valores do evangelho. 


As comunidades mais amadurecidas na fé, e de certa forma autônomas, são chamadas a contribuir com as mais carentes. O Papa João Paulo II apresenta diversas formas de cooperar com a missão universal. Entre elas está a cooperação espiritual, através da oração, da oferta do próprio sacrifício e do testemunho de vida. Outra forma importante de contribuir com a missão é a animação missionária da própria comunidade, ajudando cada cristão a tomar consciência que ele precisa fazer sua parte pela missão Ad Gentes. Mas o coração da cooperação está Ca promoção das vocações especialmente missionárias (RMi 79). Estas constituem o elemento indispensável da missão, pois como dizia o Apóstolo Paulo, “como crerão se não há quem lhes anuncie”?

Uma vocação específica



Mas como se pode falar de uma vocação especificamente missionária se todos os cristãos são missionários? A resposta aparece de forma muito clara nos documentos da Igreja. Embora todos os cristãos. Em função do próprio batismo, são chamados a contribuir com a missão universal, dedicar-se completamente à vida missionária não constitui uma condição essencial do cristianismo. A grande maioria dos cristãos, pelos compromissos e pela forma de vida que levam, não teriam condições de deixar tudo e partir. Outros nem mesmo sentiriam gosto por isso, ou não sentiriam propriamente esta forma de viver a vida cristã como adequada para si. Em consequência disto, se pode dizer que a vocação missionária pressupõe um chamado específico de Deus. O Concílio Vaticano II afirma que, embora o compromisso de difundir a fé recaia sobre todos os discípulos de Cristo, Ele escolhe aqueles que quer, do meio da multidão, para viver com Ele e enviá-los aos não-cristãos (AG 23).




Adaptação do artigo de: BALSAN, Luiz; GIRARDI, Lírio. Vocação Missionária. Revista MISSÕES, Ano 30, n. 8, abr. 2003. Formação Missionária, p.20. [Segunda Parte]

8/27/2012

Vocação Missionária [Primeira Parte]


A única missão da Igreja se diferencia pela diversidade das circunstancias em que ela é realizada. Há comunidades com uma longa caminhada e com uma certa maturidade na vivencia da própria fé. Estas se apresentam bem organizadas, capazes de responder adequadamente às suas necessidades internas; contam com sacerdotes, religiosos e leigos comprometidos; irradiam o testemunho do evangelho no seu ambiente; comprometem-se de forma eficaz com a missão universal da Igreja. Nestas, a ação pastoral busca animar a comunidade para que se mantenha sempre viva e cresça no seu dinamismo. Outra situação de missão é a que se coloca entre grupos humanos que já formaram comunidades vivas, mas que, no presente, estão como que envelhecidas. Perderam o sentido vivo da sua fé e já não se reconhecem mais como membros da Igreja e nem mesmo como discípulos de Cristo. Para estes ambientes, a Igreja fala da necessidade de uma “nova evangelização”. É preciso ajudar estas pessoas a redescobrirem o sentido de sua fé.


Para ser missionário é preciso ter dentro de si um grande amor a Deus e uma grande paixão pelo Reino, a tal ponto que ame de coração o povo para o qual foi enviado. 

A missão só pode ser vivida com expressão de amor.



Uma terceira situação é a da missão vivida entre povos e grupos humanos onde Cristo e o evangelho ainda não foram anunciados. 

Este é propriamente o âmbito da missão Ad Gentes (RMi 33).




Adaptação do artigo de: BALSAN, Luiz; GIRARDI, Lírio. Vocação Missionária. Revista MISSÕES, Ano 30, n. 8, abr. 2003. Formação Missionária, p.20. [Primeira Parte]

8/22/2012

A MISSÃO NASCE DO CORAÇÃO DE DEUS


“Pode uma mãe esquecer-se do seu filho? Mesmo que uma mãe se esquecesse, Deus nunca se esqueceria de nós” (Is 49, 15). 

Esta frase do profeta Isaias torna-se uma provocação para nós que estamos refletindo sobre a origem e a razão última da missão.


Quando falamos de missão, é espontâneo pensar no momento em que Jesus, antes de voltar para o Pai, reúne seus discípulos e lhes confia sua própria missão: “vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Notícia para toda a humanidade (Mt 16, 15). Seria esta a origem da missão? Considerando atentamente o modo como Jesus apresenta, vemos como Ele mesmo sabe que foi enviado. 

“Quem escuta a vocês escuta a mim, e quem rejeita vocês rejeita a mim; mas quem me rejeita, rejeita Aquele que me enviou” (Lc 10, 16). Só no evangelho de São João, Jesus usa por mais de 40 vezes as expressões “fui enviado e me enviou”.

O MOTIVO DO ENVIO

Do contexto das frases de Jesus entendemos que Ele se sente enviado pelo Pai. É Dele, portanto, que nasce a missão. Jesus veio na plenitude dos tempos, mas, antes Dele, Deus havia enviado Abraão, Moisés, Isaías e tantos outros que, como Ele, sonham com um mundo melhor...

Mas por que tanta atenção ao ser humano? Encontramos uma dica interessante no livro do Deuteronômio: “Se Javé se afeiçoou de vocês e os escolheu, não é porque vocês são os mais numerosos entre todos os povos; pelo contrário, vocês são o menor de todos os povos!” (Dt 7, 7-8). Deus, portanto intervém na história e se revela por um único motivo: porque é um Deus que ama.

O evangelista São João é ainda mais incisivo: “Pois Deus amou de tal forma o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele acredita não morra, mas tenha a vida eterna!” (Jo 3, 16). O amor seguidamente rompe os limites da doação. Como nos diz São Paulo, o amor é gratuito, nada espera em troca. A missão é, portanto, a concretização do amor de Deus que quer a vida plena para todos os seus filhos. Deus coloca-se ao lado dos pequeninos, toma sua defesa e os ama.

UMA MISSÃO A TRES


A missão que encontra sua fonte no amor do Pai e sua expressão máxima no envio do próprio Filho, é fortemente marcada pela presença do Espírito. No momento em que Jesus desde às águas do Jordão para ser batizado pelo seu precursor, os céus se abrem e sobre Ele desce o Espírito Santo e o Pai o apresenta como o “Filho muito amado” (Lc 3, 22).

Ao apresentar sua missão na sinagoga de Cafarnaum, Jesus diz: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Notícia aos pobres, enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista, para libertar os oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor” (Lc 4, 18). 

Consagrado, portanto pelo espírito, Jesus está agora pronto para dar início à missão que lhe fora confiada. Da mesma forma, quando começa a preparar os seus discípulos para assumir a missão que Ele mesmo recebera do Pai. Jesus promete enviar o espírito Santo. É o Espírito da verdade que dará testemunho de Cristo (Jo 15, 26) e os ajudará à recordar tudo o quanto Ele lhes havia ensinado e os conduzirá à compreensão plena da verdade. Sua presença (Jo 16, 13-15). Sua presença na missão é tão essencial que os discípulos não devem partir de Jerusalém antes de receber o espírito. Somente após a sua vinda, os apóstolos poderão ser testemunhas de Cristo até os confins da terra (At 1, 6-11).

TU ME AMAS

Aparecendo aos discípulos, o Senhor ressuscitado dirige-se a Pedro, a quem escolheu como fundamento da Igreja, e lhe pergunta: Pedro, tu me amas? Apesar da resposta afirmativa do apóstolo, a pergunta de Jesus torna-se particularmente incisiva ao ser repetida por três vezes. Pela convivência Jesus conhecia o coração de Pedro e certamente sabia o quanto o apóstolo o amava. Mais que a Pedro, esta insistência quer deixar um ensinamento a todos os quantos, ao longo da história, vão consagrar a sua vida a esta mesma causa: a missão que brota de Deus somente tem razão de ser se for vivida no amor.

Em sua encíclica sobre a Missão (Redemptoris Missio), o Papa recorda que o amor é o único critério pelo qual tudo deve ser feito ou não. Se Deus intervém na história da humanidade movido unicamente pelo seu amor, este é também o único motivo válido para a Igreja, dentro dela, cada pessoa consagrar-se à missão. A missão pressupõe, portanto, discipulado e aprendizado.

Adaptação do artigo de: BALSAN, Luiz; GIRARDI, Lírio. A missão nasce do coração de Deus. Revista MISSÕES, Ano 30, n. 2, mar. 2003. Formação Missionária, p. 20-21.

8/20/2012

ATENÇÃO AOS SINAIS DE VOCAÇÃO


Falar de vocação pode nos remeter a vários significados, e um deles pode ser qual a opção profissional escolher para sua vida. Também poder significar qual o sentido que você deseja dar a sua vida e a sua história. Vocação não é apenas escolha no que “atuar”, não é “sorte”. Você sente algo de diferente em seu interior quando está diante de situações que o mundo vive? Catástrofes, violência, pobreza, carência de Deus, carência de amor.... 

Diante disso, você sente vontade de se aproximar daqueles que se doam e vivem de maneira diferente cuidando de crianças abandonadas, jovens viciados, pessoas doentes, idosos desamparados, situações de violência, de corrupção...você sente vontade de se aproximar daqueles que deixam tudo e decidem doar a vida em lugares em que dinheiro nenhum levaria um profissional a trabalhar... 

Se diante disso você sente vontade de fazer alguma coisa, e ao pensar desta maneira você se sente bem, se entusiasma, sente-se atraído e acaba gostando da ideia, sem mesmo saber o por quê. Aos poucos, você vai descobrindo que isso é um valor, e se realmente sentir que deseja viver desta maneira, pense que isso é sinal de vocação. Não tenha dúvida, esta inclinação para estes sinais revelam uma vocação.

O importante é conhecer a si mesmo, prestar atenção aos sentimentos e emoções e perceber para onde eles se inclinam. O chamado de deus (vocação), que é muito pessoal, se encaixa em nossa natureza, em nosso jeito de ser. Quando deus chama alguém para uma determinada vocação, esta pessoa tem as condições para realizá-la.

AS APTIDÕES DE CADA UM

“Numa floresta, os animais resolveram fazer algo diferente com seus filhotes em crescimento. Montaram uma escola moderna. 

Prepararam um dos melhores locais, escolheram ótimos professores e material didático de primeira. Elaboraram um programa para ninguém botar defeito. Nas fichas de matrícula, fizeram questão de colocar bem em evidencia a principal aptidão do filhote, mesmo sabendo que para conseguir o diploma final do curso, os alunos precisavam se sair bem em todas as matérias.

As aulas começaram. Passaram apenas alguns dias e os problemas começaram a aparecer. O pato, que tirava sempre 10 com louvor em natação, chegava sempre em último na corrida e era um desastre em música. Para não perder o ano, precisou de um professor particular e para dar conta do recado, começou a descuidar-se da natação. De tanto praticar corrida, a membrana de seus pés avariou-se e o pobre pato se machucou. 

A lebre tirava sempre nota máxima na corrida, mas no voo, no canto e na natação era uma catástrofe. De tanto nadar ficou doente o que a levou a fracassar no que era seu forte: a corrida. E assim foi acontecendo com os demais bichinhos: cisnes, esquilos, rouxinóis.... Ante tanto fracasso, a escola foi fechada e cada um voltou a exercitar-se e a valorizar suas aptidões. 

Moral da história: Deus é pai e nunca nos pedirá o impossível. A graça do chamado não atropela a natureza, está sempre dentro de nossas possibilidades. Preste atenção aos sinais e vá buscando descobrir qual é o seu lugar nesta orquestra que é o mundo. Busque até encontrar o instrumento que você está sendo chamado a tocar, para que a harmonia seja perfeita. Não seja mais um espectador. Reflita.

Você tem consciência do quanto é importante conhecer-se para começar a organizar o seu futuro? Você já tentou esta busca? 

Já percebeu quais são os instrumentos a serem usados para chegar à descoberta do seu lugar no projeto de Deus? 

Se você sente algo de diferente em seu interior, pense sobre as suas aptidões, e de que forma poderá responder ao chamado de Deus para sua vida.

Adaptação do artigo de: FRANZOI, Rosa Clara. Atenção aos Sinais. Revista MISSÕES, Ano 30, n. 3, abr. 2004. Pró-Vocações, p. 7.