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1/20/2014

Dia Mundial de Oração pelas Vocações: Mensagem do Papa Francisco

“Vocações, testemunho da verdade”. Este é o tema da mensagem do papa Francisco, divulgada hoje, 16, para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado em 11 de maio deste ano.
Na mensagem o papa, o papa diz que "toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho". Segundo Francisco, "quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus".
Segue, na íntegra, o texto:
 
Mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações
“Vocações, testemunho da verdade”

Amados irmãos e irmãs!

1. Narra o Evangelho que «Jesus percorria as cidades e as aldeias (...). Contemplando a multidão, encheu-Se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe”» (Mt 9, 35-38). Estas palavras causam-nos surpresa, porque todos sabemos que, primeiro, é preciso lavrar, semear e cultivar, para depois, no tempo devido, se poder ceifar uma messe grande. Jesus, ao invés, afirma que «a messe é grande». Quem trabalhou para que houvesse tal resultado? A resposta é uma só: Deus. Evidentemente, o campo de que fala Jesus é a humanidade, somos nós. E a ação eficaz, que é causa de «muito fruto», deve-se à graça de Deus, à comunhão com Ele (cf. Jo 15, 5). Assim a oração, que Jesus pede à Igreja, relaciona-se com o pedido de aumentar o número daqueles que estão ao serviço do seu Reino. São Paulo, que foi um destes «colaboradores de Deus», trabalhou incansavelmente pela causa do Evangelho e da Igreja. Com a consciência de quem experimentou, pessoalmente, como a vontade salvífica de Deus é imperscrutável e como a iniciativa da graça está na origem de toda a vocação, o Apóstolo recorda aos cristãos de Corinto: «Vós sois o seu [de Deus] terreno de cultivo» (1 Cor 3, 9). Por isso, do íntimo do nosso coração, brota, primeiro, a admiração por uma messe grande que só Deus pode conceder; depois, a gratidão por um amor que sempre nos precede; e, por fim, a adoração pela obra realizada por Ele, que requer a nossa livre adesão para agir com Ele e por Ele.
2. Muitas vezes rezamos estas palavras do Salmista: «O Senhor é Deus; foi Ele quem nos criou e nós pertencemos-Lhe, somos o seu povo e as ovelhas do seu rebanho» (Sal 100/99, 3); ou então: «O Senhor escolheu para Si Jacob, e Israel, para seu domínio preferido» (Sal 135/134, 4). Nós somos «domínio» de Deus, não no sentido duma posse que torna escravos, mas dum vínculo forte que nos une a Deus e entre nós, segundo um pacto de aliança que permanece para sempre, «porque o seu amor é eterno!» (Sal 136/135, 1). Por exemplo, na narração da vocação do profeta Jeremias, Deus recorda que Ele vigia continuamente sobre a sua Palavra para que se cumpra em nós. A imagem adotada é a do ramo da amendoeira, que é a primeira de todas as árvores a florescer, anunciando o renascimento da vida na Primavera (cf. Jr 1, 11-12). Tudo provém d’Ele e é dádiva sua: o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, mas – tranquiliza-nos o Apóstolo - «vós sois de Cristo e Cristo é de Deus» (1 Cor 3, 23). Aqui temos explicada a modalidade de pertença a Deus: através da relação única e pessoal com Jesus, que o Batismo nos conferiu desde o início do nosso renascimento para a vida nova. Por conseguinte, é Cristo que nos interpela continuamente com a sua Palavra, pedindo para termos confiança n’Ele, amando-O «com todo o coração, com todo o entendimento, com todas as forças» (Mc 12, 33). Embora na pluralidade das estradas, toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho. Quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus. É «um êxodo que nos leva por um caminho de adoração ao Senhor e de serviço a Ele nos irmãos e nas irmãs» (Discurso à União Internacional das Superioras Gerais, 8 de maio de 2013). Por isso, todos somos chamados a adorar Cristo no íntimo dos nossos corações (cf. 1 Ped 3, 15), para nos deixarmos alcançar pelo impulso da graça contido na semente da Palavra, que deve crescer em nós e transformar-se em serviço concreto ao próximo. Não devemos ter medo: Deus acompanha, com paixão e perícia, a obra saída das suas mãos, em cada estação da vida. Ele nunca nos abandona! Tem a peito a realização do seu projeto sobre nós, mas pretende consegui-lo contando com a nossa adesão e a nossa colaboração.
3. Também hoje Jesus vive e caminha nas nossas realidades da vida ordinária, para Se aproximar de todos, a começar pelos últimos, e nos curar das nossas enfermidades e doenças. Dirijo-me agora àqueles que estão dispostos justamente a pôr-se à escuta da voz de Cristo, que ressoa na Igreja, para compreenderem qual possa ser a sua vocação. Convido-vos a ouvir e seguir Jesus, a deixar-vos transformar interiormente pelas suas palavras que «são espírito e são vida» (Jo 6, 63). Maria, Mãe de Jesus e nossa, repete também a nós: «Fazei o que Ele vos disser!» (Jo 2, 5). Far-vos-á bem participar, confiadamente, num caminho comunitário que saiba despertar em vós e ao vosso redor as melhores energias. A vocação é um fruto que amadurece no terreno bem cultivado do amor uns aos outros que se faz serviço recíproco, no contexto duma vida eclesial autêntica. Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si. A vocação brota do coração de Deus e germina na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno. Porventura não disse Jesus que «por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35)?
4. Amados irmãos e irmãs, viver esta «medida alta da vida cristã ordinária» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31) significa, por vezes, ir contra a corrente e implica encontrar também obstáculos, fora e dentro de nós. O próprio Jesus nos adverte: muitas vezes a boa semente da Palavra de Deus é roubada pelo Maligno, bloqueada pelas tribulações, sufocada por preocupações e seduções mundanas (cf. Mt 13, 19-22). Todas estas dificuldades poder-nos-iam desanimar, fazendo-nos optar por caminhos aparentemente mais cômodos. Mas a verdadeira alegria dos chamados consiste em crer e experimentar que o Senhor é fiel e, com Ele, podemos caminhar, ser discípulos e testemunhas do amor de Deus, abrir o coração a grandes ideais, a coisas grandes. «Nós, cristãos, não somos escolhidos pelo Senhor para coisas pequenas; ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jogai a vida por grandes ideais!» (Homilia na Missa para os crismandos, 28 de Abril de 2013). A vós, Bispos, sacerdotes, religiosos, comunidades e famílias cristãs, peço que orienteis a pastoral vocacional nesta direção, acompanhando os jovens por percursos de santidade que, sendo pessoais, «exigem uma verdadeira e própria pedagogia da santidade, capaz de se adaptar ao ritmo dos indivíduos; deverá integrar as riquezas da proposta lançada a todos com as formas tradicionais de ajuda pessoal e de grupo e as formas mais recentes oferecidas pelas associações e movimentos reconhecidos pela Igreja» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31).
Disponhamos, pois, o nosso coração para que seja «boa terra» a fim de ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. Quanto mais soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela fraternidade vivida, tanto mais há de crescer em nós a alegria de colaborar com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e paz. E a colheita será grande, proporcional à graça que tivermos sabido, com docilidade, acolher em nós. Com estes votos e pedindo-vos que rezeis por mim, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 15 de Janeiro de 2014
Francisco

1/08/2012

CREIO MISSIONÁRIO


Cremos que Deus nos escolheu desde o seio materno, nos chamou por sua graça e resolveu revelar em nós, o seu Filho, para que O anunciássemos (Gl 1,15-16) até os confins da terra (At 1,8)?

TODOS: CREIO, SENHOR, MÁS AUMENTAI MINHA FÉ. 


Cremos ser missionários e missionárias por vocação, servos e servas de Jesus Cristo, escolhidos e escolhidas para anunciar o Evangelho de Deus (Rm 1,1)?

Cremos que a Missão não vem de nós, ela é a resposta ao Plano do Pai que, em seu imenso amor quer a salvação da humanidade e por isso lhe “deu seu Filho único, para que todo o que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16)?

Cremos que Cristo Jesus nos considerou dignos de confiança tomando-nos para o seu serviço (1 Tm 1,12) missionário e profético em nossas comunidades que querem “ver e encontrar Jesus”, (Jo 12,21) “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14,6)?

Cremos que como batizados e batizadas, devemos “comportar-nos de maneira digna da vocação a que fomos chamados” (Ef 4,1) levando aos irmãos e irmãs o anúncio do Ressuscitado: “Vimos o Senhor” (Jo 20,25)?

Cremos que é tarefa da Igreja continuar a missão iniciada por Jesus. Foi Dele que no dia da Ascensão, recebeu o mandato: “Ide, pois e ensinai a todas as nações” (Mt 28,18-19)?

Cremos que o Espírito Santo acompanha a Igreja em sua atividade missionária, pois o Cristo prometeu “estar conosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28,20)?

Cremos na Igreja missionária, geradora de esperança, que caminha ao lado dos pobres e excluídos (Lc 4,18-20) e que anda nas estradas do mundo “sem ser do mundo” (Jo 17,15)?

Cremos que Maria, Estrela da Evangelização faz caminho com todos os missionários e missionárias ensinando-lhe a aceitar com alegria o pedido feito nas bodas de Caná: “fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5)?

Cremos que o amor de Cristo nos impulsiona a fazer do mundo uma só família  levando em frente o grande sonho de Deus manifestado na vida e projeto de São Guido Maria Conforti (2 Cor. 5,14)?
Oração Missionária : Senhor nosso Deus, enviastes ao mundo vosso Filho, como luz para todos os povos. Ele nos nos disse: Vós sois o sal da terra e luz do mundo. Nós vos pedimos pela intercessão de São Guido Maria Conforti, enviai sobre nós o Vosso Santo Espírito que pairou sobre o Vosso Filho Jesus Cristo no dia em que Ele foi batizado por S. João Batista para que possamos crescer na vossa graça assumindo cada vez mais o nosso batismo e, com ele, a nossa missão de discípulos(as) missionários(as) do Vosso Filho Jesus Cristo. Amém!

9/30/2011

CANONIZAÇÃO DO BEM-AVENTURADO GUIDO MARIA CONFORTI

ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO E DE LOUVOR



Deus, Pai de todos os povos, 
que no Espírito de Vosso Filho   
sois origem de tudo o que é bom e santo,   
Nós vos louvamos
pela vida do vosso servo
Guido Maria Conforti.

Ele, contemplou Jesus crucificado
e Nele reconhecendo Vosso amor
por todas as criaturas,
dedicou toda a sua vida
ao anúncio do Evangelho.

Nós Vos agradecemos
porque o destes
aos missionários xaverianos como pai,
à Igreja, como pastor e missionário,
a todos como exemplo de virtude
e modelo de santidade.

Nós Vos pedimos,
pela sua intercessão,
aumentai nossa fé,
para sermos também
anunciadores de vosso amor,
testemunhas de esperança e
construtores de Vosso Reino.
A Vós, louvor, honra e
glória pelos séculos.

Amém!

9/28/2011

ORAÇÃO VOCACIONAL


Aprenda a rezar o Terço Missionário






A Oração do Rosário hoje é dividida em quatro partes temos os mistérios: Gosozos, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos, a tradição nos ensinou a rezar um terço do rosário quando tinha somente três mistérios, João Paulo II acresntou o Mistério Luminoso, mas a nomeclatura continua sendo terço.
 
 












Aprenda como Rezar o terço Missionário